Chez Mme Maigret

Chez Mme Maigret

Sinopse

O extremamente fecundo escritor belga Georges Simenon publicou, dentre muitas outras obras, quase cem novelas e contos protagonizados pela personagem que o imortalizou: o comissário Jules Maigret, da Polícia Judiciária de Paris. Renata Pallottini leu todos. E sempre incomodou a sua sensibilidade feminina o papel obscuro, irrelevante, reservado por Simenon a Louise, a esposa do comissário, sempre dedicada a preparar-lhe refeições caprichadas e, quando ele conseguia ir para casa, esperá-lo à noite com um chá acolhedor. Inconformada, Renata decidiu dar voz a Mme. Maigret, oferecendo-lhe a oportunidade de, a partir do momento em que toma consciência de sua vida medíocre, decidir sobre sua própria existência. Não por acaso, a maneira que Louise elege para começar a se afirmar como dona de seu destino e... investigar um crime em que seu marido já estava trabalhando e em cujas circunstâncias ela acaba se envolvendo involuntariamente. Mme. Maigret narra a história, "chez elle", muitos anos após a morte do comissário. Tudo começa numa manha muito fria em que a primeira refeição do casal é interrompida - o que, aliás, era comum - por um chamado telefônico... Bem, mas aí já é com madame. Boa leitura!

Autor

Nasceu em São Paulo, em 1931. Ficcionista, publicou, entre outros livros, Mate é a Cor da Viuvez (1975), Nosotros (1994) e Ofícios & Amargura (1998). Dedicou-se também ao teatro, ao ensaio, à literatura infantojuvenil, à tradução e ao magistério. Obra poética: Acalanto (1952), O Cais da Serenidade (1953), O Monólogo Vivo (1956), A Casa (1958), Livro de Sonetos (1961), A Faca e a Pedra (1965), Antologia Poética (1968), Os Arcos da Memória (1971), Coração Americano (1976), Chão de Palavras (1977), Cantar Meu Povo (1980), Cerejas, Meu Amor (1982), Ao Inventor das Aves (1985), Esse Vinho Vadio (1988), Obra Poética (1995), Um Calafrio Diário (2002) etc. Pela Global Editora publicou Chez Mme. Maigret.